MARÍLIA NARRANDO:
Minha mãe tinha razão.
Levantei da cama, lavei o rosto na esperança de parecer menos abatida. Meus olhos ainda estavam vermelhos, mas tomei fôlego e me enchi de coragem. Saí do quarto determinada, encontrando Edilena e tia Celina na sala.
— Eu vou atrás do Igor.
As duas me apoiaram com sorrisos encorajadores.
Atravessei o corredor rapidamente e entrei no elevador, descendo até o andar do quarto dele. Bati na porta algumas vezes. Nada.
Bati de novo. Nenhuma resposta.
Senti um a