EDILENA NARRANDO:
Meu estômago embrulhou.
— Então aquelas são suas namoradas? Que nojo!
Me afastei, sentindo o peso da decepção.
Ele balançou a cabeça, cansado.
— Olha, isso não está dando certo…
Cruzei os braços.
— Não, não está mesmo. Vou fazer minhas malas e voltar para Las Vegas com minha mãe.
Os olhos dele endureceram.
— Seu irmão quer te matar. Tenho um infiltrado no hotel dele. Não seja imprudente, você precisa de mim, Edilena.
Ele tentou tocar meu braço, mas recuei no mesmo instante.
—