MARÍLIA NARRANDO:
O som da porta do Suburban batendo ainda ecoava na minha mente enquanto eu me apertava no canto do banco traseiro, tentando me tornar invisível. Meu rosto ardia. A marca do tapa de Dmitri latejava como um lembrete do erro colossal que eu cometi ao me envolver nessa confusão.
Igor estava no banco do meio, segurando Denis, que parecia mais um peso morto. Dmitri, furioso, arrancou com o carro, as mãos agarrando o volante com tanta força que os nós de seus dedos estavam brancos.
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