Capítulo 5

Capítulo 5

A boate pulsava no centro de São Francisco, luzes vermelhas e roxas cortando a fumaça artificial enquanto a batida grave do techno fazia o chão tremer. Os três irmãos Crawford ocupavam um sofá reservado no mezanino, copos de whisky na mão, rostos idênticos marcados por expressões diferentes.

Liam bebia em silêncio, o maxilar travado. A imagem de Margot aquela ruiva curvilínea com olhos azuis tranquilos, invadindo a casa da mãe ainda queimava em seu peito. E a filha, Vivien, com aquele olhar faminto... causava-lhe repulsa. Dividir o mesmo teto com elas era como cuspir na memória da mãe.

Mason girava o copo devagar, mente longe. Amanhã traria Sofia para casa. A garota briguenta de tornozelo engessado que ele atropelara. Não havia avisado ninguém. Outro desconhecido na mansão. Outro problema para controlar.

Benny, por sua vez, tamborilava os dedos na coxa, ansioso. Nate havia dado cano hoje não aparecera no auditório. A falta de comparecimento só alimentava o fogo dentro dele. Quanto mais o valentão resistisse, mais intensa seria a punição. Benny já imaginava o atleta de joelhos, suado, quebrado. A ansiedade nele sempre se transformava em algo sombrio e delicioso.

Mulheres se aproximavam. Lindas, perfumadas, corpos mal cobertos por vestidos curtos. Algumas se jogavam no colo deles, sussurrando convites. Os trigêmeos mal notavam.

Liam terminou o whisky de uma vez e bateu o copo na mesa.

— Vamos ficar parados aqui feito velhos ou vamos escolher uma mulher pra brincar? Preciso extravasar essa merda toda.

Mason balançou a cabeça.

— Não estou a fim hoje!

Benny deu um meio sorriso, mas seus olhos brilhavam com algo perigoso.

— Eu também não... ou talvez a gente devesse experimentar a nova “meia-irmã”. A loirinha parece fácil pra caralho.

Liam fulminou o irmão com o olhar, voz baixa e ameaçadora:

— Fala o nome dessa garota de novo e eu quebro sua cara, Benny.

Benny levantou as mãos em rendição, rindo.

Foi então que eles a viram.

Uma garota nova, por volta de 24 anos, entrava na boate com duas amigas. Cabelos pretos lisos, vestido vermelho simples que marcava o corpo delicado, olhos grandes e nervosos percorrendo o ambiente. Ela claramente não frequentava lugares assim.

— Olha só... — murmurou Benny, endireitando-se. — Sem tempo pra contrato. Vamos fazer do jeito antigo.

Os três vestiam camisetas pretas quase idênticas, calças escuras. Na penumbra da boate, as pequenas diferenças nos cortes de cabelo quase desapareciam.

Benny se levantou primeiro.

— Deixem comigo.

Ele deslizou pela multidão com seu sorriso característico. Minutos depois, já estava ao lado dela, inclinando-se para falar perto de seu ouvido. A garota não perguntou nome, ela corou imediatamente. Benny tinha esse efeito. Em menos de dez minutos ela ria, mordia o lábio e olhava para ele com evidente desejo.

— Quer sair um pouco desse barulho? — perguntou Benny, voz rouca. — Tem uma área mais tranquila lá em cima.

Ela hesitou só um segundo antes de concordar, deixando as amigas para trás.

Benny a guiou pela escada até a área VIP privativa, um lounge luxuoso com sofás de couro, luz baixa e som abafado. Assim que entraram, ele fechou a porta.

— Você é linda pra caralho, sabia? — murmurou ele, puxando-a pela cintura e beijando seu pescoço..

— Tá molhada já, né? Posso sentir o cheiro... abre as pernas pra mim.

— Simmm

— Eu posso te vendar, para melhorar a experiência?

Ela acenou e ele a vendeu com um lenço que sempre carregava.

Ele a sentou no sofá largo, ajoelhou-se entre suas pernas e puxou a calcinha para o lado lambendo seu clitóris sem cerimônia.

— Ahh... Benny...

Enquanto isso, Mason e Liam saíram das sombras do banheiro privativo anexo, silenciosos. Benny ergueu o olhar para os irmãos e sorriu contra a carne molhada, sem parar de chupar.

Clara, de olhos fechados e perdida no prazer, não percebeu quando Benny se afastou e Liam tomou seu lugar.

Liam segurou as coxas dela com força bruta e enfiou a língua fundo, lambendo rápido e agressivo. Depois subiu, mordendo a parte interna da coxa antes de enfiar dois dedos nela com força.

Ela gritou de prazer, achando que era o mesmo homem. Ele tira os dedos e Benny reapareceu ao lado, tirando a camiseta e guiando o pau até a boca dela e ela tira a venda vendo Liam entre suas pernas, ela está em choque mais relaxa sorrindo.

— Chupa, gostosa. Isso... — Benny coloca o pau na boca dela — engole mais fundo.

Enquanto ela chupava Benny com entusiasmo, Liam se posicionou e meteu o pau inteiro de uma vez, estocando forte e rápido, sem dó. A cada investida, o corpo dela sacudia.

— Caralho... que boceta boa — grunhiu Liam, dando t***s fortes nas coxas dela.

Mason observava de lado, tirando a roupa devagar. Quando Liam se afastou, ele tomou o lugar, virando a garota que acabara de notar ele, foi colocada de quatro no sofá. Mason segurou os quadris dela com firmeza e entrou devagar, centímetro por centímetro, até o fundo. Suas estocadas eram lentas, profundas e poderosas, cada uma acertando exatamente onde precisava.

— Sente tudo — ordenou ele, voz grossa e autoritária. — Não para de rebolar.

Clara gemia descontrolada, sem entender por que o homem parecia ter tanta resistência e força. Benny voltou para a frente, segurando o cabelo dela e fodendo sua boca com movimentos suaves mas constantes.

— Isso, safada... tá levando três paus hoje. Tá gostando de ser nossa putinha, né?

Eles começaram a revezar com precisão cruel.

Liam voltava bruto, metendo fundo e rápido, puxando o cabelo dela para trás.

— Abre mais esse rabo pra mim — exigia, dando um tapa forte na bunda.

Mason controlava o ritmo, segurando a cintura dela com mãos de ferro, estocadas lentas que a faziam tremer inteira.

Benny não parava de falar, beijando, chupando os seios, lambendo o clitóris enquanto os irmãos a fodiam.

— Olha como tá escorrendo... tá encharcando o sofá todo. Três paus idênticos te usando, que vadia gulosa.

Eles a viraram, mudaram de posição várias vezes. Em certo momento, Mason deitou no sofá e puxou para sentar nele, controlando as descidas. Liam se posicionou atrás, pressionando contra a entrada da bunda dela.

— Relaxa... — rosnou ele, cuspindo e forçando a entrada devagar.

Clara arregalou os olhos, mas o prazer era maior que o desconforto. Benny se ajoelhou ao lado, esfregando o pau na boca e nos seios dela.

— Isso... leva os dois ao mesmo tempo. Boa menina.

Os três trabalhavam em sincronia perfeita: Mason metendo devagar e fundo na boceta, Liam fodendo a bunda cada vez mais rápido e bruto, Benny alternando entre a boca e os seios, falando sacanagens sem parar.

— Vai gozar pros três, né? Goza no pau do Mason enquanto o Liam te arromba.

O orgasmo dela foi violento. Ela tremeu inteira, apertando os dois paus dentro dela, gemendo alto ao redor do pau de Benny. Os irmãos não pararam. Continuaram fodendo através do orgasmo até ela choramingar de sensibilidade.

Liam gozou primeiro, enterrando fundo na bunda dela com um grunhido animal. Mason apertou os quadris dela e gozou logo depois, enchendo a boceta com jatos quentes. Benny puxou o pau da boca e gozou no rosto e nos seios dela, gemendo satisfeito.

Ela desabou no sofá, ofegante, corpo coberto de suor e sêmen, pernas tremendo.

Benny acariciou o cabelo dela, quase carinhoso.

— Você foi perfeita, linda.

Eles se vestiram em silêncio. Mason deixou um envelope grosso com dinheiro na mesinha ao lado do sofá, junto com um cartão genérico.

— Pra um táxi e o que mais precisar — disse ele, seco.

Enquanto saíam da área VIP, Benny sorria, ainda agitado.

— Nate vai pagar caro pelo cano de hoje... mas isso aqui ajudou a aliviar.

Liam acendeu um cigarro no caminho para o carro.

Mason olhou para os irmãos.

— Amanhã tem Sofia em casa. E a nova madrasta. Isso vai ficar interessante.

Benny riu baixo.

— Interessante? Vai ser uma guerra. E eu mal posso esperar.

Os três entraram no carro, o peso dos problemas familiares voltando. Mas por algumas horas, na penumbra da boate, eles haviam sido apenas os irmãos pecadores, vorazes, insaciáveis e perfeitamente sincronizados.

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