Doce tortura
O banheiro individual era pequeno, apertado, com cheiro de desinfetante e tensão pura. Benny trancou a porta com um clique quase silencioso e encostou as costas nela, bloqueando a saída. Nate estava prensado contra a parede, respirando pesado, o peito subindo e descendo rapidamente. Do lado de fora, as vozes dos colegas do time enchiam o vestiário, risadas, portas de armários batendo, conversas sobre o treino.
— Shhh… — sussurrou Benny, dedo nos lábios, olhos brilhando de malíci