Ao descer do elevador, quase tenho um ataque cardíaco. Parada em minha porta com os olhos inchados e maquiagem borrada, está Caroline.
— Menina, quer me matar do coração? — repouso a mão em meu peito.
— Desculpe, não quis te assustar — sua voz está rouca.
— Tudo bem, o que aconteceu? Por que está na minha porta com cara de assombração querendo vingança? — brinco e ela ri.
— Senti sua falta, Manu… — ela corre e me abraça, às lágrimas.
— Eu sei, também senti. Venha, vamos tomar alguma coisa e voc