Mundo de ficçãoIniciar sessãoInocência Perdida
Com a sedução do cafajeste capítulo 2 (Fugindo do destino) Pietra Bianchi Larguei o abaju no chão o resto que sobrou dele abrir o quarda roupa e vestir uma calça e blusa e um moleton com capuz, peguei minha mochila e joguei algumas roupas dentro e pena que tinha pouco dinheiro pra fugir . Peguei os documentos no meu esconderijo escondir para nenhum deles achar, já havia fragado minha tia Michelle tentando encontrar meus documentos e passaporte, mas não achou ainda bem. Pego também minha chave da motoca que meu pai me deu para ir na escola. Antes de sair do quarto olho aquele monte de merda espahado no chão do meu quarto e sinto meu estômago revirar. Vou no quarto da minha tia ela está deitada na cama e parece realmente dopada e não vale a pena acordar ela pra fugir ,com certeza vai ficar do lado do marido. Sair pela porta da frente da fazenda e o carro do meu pai esta estacionado. O mau caráter roubou as chaves e ficou usando o carro. Subo na minha motoca rosa e tento sair o mais rápido possível dali , vai que ele acorda e vem atrás de mim. Ainda bem que conheço a estrada como a palma da minha mão Passava sempre vindo da escola ali a região tem pouca de violência. Já deve ser quase 10 horas da noite ,não sei as horas porque meu celular sumiu na casa da fazenda . Pra mim pensando bem agora o meu celular foi roubado pra que eu não comunique com ninguém. O motor da moto começou a falhar e tive que parar na estrada de terra e lembro que pode ser a gasolina era meu pai que abastecia a Leyd pra mim. Desço e lembro de uma pequena caverna que descobrir um tempo atrás e levo a motoca até lá, se ninguém achar volto para buscar. Não estou longe da cidade mais próxima daqui pra frente eu vou a pé. Depois de andar uns vinte minutos avisto as luzes , sempre passava de carro ou moto aqui . E faltava pouco para chegar estava um pouco cansada e quando entro na cidade de Rufina tudo está vazio. A cidade está deserta , hoje è quarta feira ou será que ja è quinta feira? Lembro de uma pousada que um dia passei na porta quando estava passeando com minha mãe. Eu não tenho coragem de dormir na rua e torço pra não encontrar ninguém mau intencionado . Meus pais me protegeu tanto que não sei como agir nestas situação, acho melhor ir para delegacia e denunciar o abusador. Chego na porta da pousada e paro com medo de bater e ninguém atender , as ruas esta vazia este horário. Olho as ruas vazias e me encho de coragem para bater a Aldraba de metal naquela porta antiga,quando bati até eu assustei com o barulho da batida na porta velha. Depois de um tempo em silêncio e achando que ninguém abriria a porta ouvir um barulho lá dentro e a porta foi aberta e uma senhora com cara fechada e de braços cruzados aparece. _Sabe que horas são mocinha? _Desculpa senhora eu queria ver se tem uma vaga para descansar hoje. Mostrei pra ela o dinheiro o resto eu deixei na mochila. _O dinheiro só dar pra hoje até meio dia. _Eu vou buscar mais dinheiro no banco . Ela me olhou de cima abaixo e mandou entrar e saiu andando pelo corredor e mostrou o quarto pequeno com uma cama e guarda roupa . _Obrigada senhora qual o seu nome? _Donatela Martins e o seu menina? Não sei se falo a verdade depois de acertar a cabeça daquele monstro que posso até ter matado è melhor mentir . _Ana Mastroni estou visitando a cidade e pretendo ficar pouco tempo. _Então tudo bem dorme que já está tarde. _Você pode me chamar 11:45 e pra ir no banco não gosto de andar com dinheiro. _Quantos anos você tem? _19 anos . Ele me olhou desconfiada que mentia. _Você è uma moça bonita e pode ganhar muito dinheiro com alguns homens casados que vem para o bar que tenho do lado, tem várias moças aqui que enche os bolsos. Aqui é uma casa de prostituição, eu estou ferrada! Balancei a cabeça fazendo sim e fechei a porta a trancando. Tem um móvel do lado da porta e empurro e felizmente da para travar a porta se alguém quiser entrar não vai conseguir . Tiro a calça e blusa volto a vestir minha camisola de algodão e deito na cama e durmo imediatamente o sono estava me esperando. Acordo com as batidas na porta do meu quarto acordo por um momento pensei que ainda estava na fazenda e era minha mãe me acordando. Mas vejo ao redor que è o pequeno quarto da pensão da senhora Donatela . _Sim eu já vou sair . Levanto ainda tonta do sono e vou trocar de roupa e voltei a vestir a calça jeans e outra blusa e um tênis. Meu quarto è tão pequeno que não tem nem banheiro. Depois de arrumar abro a porta e a sra Donatela está na porta do quarto me esperando. _Bom dia senhora Donatela. _Bom dia menina pensou na minha proposta? _Eu só estou de visita na cidade desculpa acho que não me encaixo, não vou saber o que fazer. _E fácil aprender agradar um homem è só tirar a roupa. Credo entregar meu corpo por dinheiro não está nos meus planos. Quero denunciar o senhor Giuseppe na delegacia mais próxima e voltar pra fazenda. Ela è uma senhora mais velha com algumas rugas no rosto branco e acho que no passado era uma mulher bonita e devia ser prostituta. _Você pode me mostrar onde è o banheiro? Apontou uma porta pra mim enquanto ela saia acho que chateada também não vai ganhar dinheiro comigo e pelo jeito ela è movida por dinheiro. Entro no banheiro bem sujo tinha um pia antiga e um chuveiro velho. Faço minha higiene primeiro. Tiro a roupa rápido e tomo um banho tentando ser o mais rápido possível e escovo os dentes no chuveiro e enxugo com a pequena toalha de rosto que peguei no meu banheiro. Visto de volta a roupa e saio do banheiro e encontro a sra Donatela na pequena recepção e algumas moças que estava sentada no sofá conversando. _Obrigado pela hospedagem. _Se desejar voltar pode ficar a vontade, não liga para o que falei aqui temos hóspedes normal também se pegar a grana no banco pode voltar e se hospedar aqui. Concordei com a cabeça e sair pela mesma porta que entrei ontem. O sol vem na minha cara me fazendo fechar os olhos , mas abrir acostumando com a luz aos poucos. A cidade è pitoresca com casas antigas. È um lugar agradável. Ando um pouco nas ruas eu sei onde è a delegacia apesar de nunca vim na cidade sozinha, era da casa pra escola da escola pra casa. Passei de carro na frente dela algumas vezes. Pergunto uma senhora antes pra saber se estou no rumo certo. Tem muitas pessoas na rua e estou com uma fome avisto uma Panetteria e entro e escolho uns pãos doces deliciosos ao meus olhos. E um suco. Paguei a moça e meu dinheiro está acabando ainda bem que vou voltar para fazenda sem nenhum intruso. Espero conseguir voltar a fazenda com a denúncia de assédio. Sentei em uma praça pra tomar o suco e comer um lanche ,saudades da comida da dona Valeria e quantas vezes eu recusei sem fome no momento . Eu posso até sentir o cheiro e minha boca encheu de água. Comi dois pão e bebi o suco deixando mais pão e suco para depois vai que demoro na delegacia com o depoimento. Vejo a delegacia e fico parada na frente tomando coragem para entrar, meu coração disparou quando vi o senhor Giuseppe e a esposa junto com um homem descendo a escadaria e ele está com uma faixa na cabeça os três desce distraído conversando. Olho para o lado e vejo um muro baixo e pulo atrás dele me escondendo. Os três pararam justo perto do muro onde estava escondida . Meu Deus tomara que não me vejam. _Gonçalves está combinado vamos encontrar está garota fujona e colocar ela na cadeia aquela maldita , minha mulher foi testemunha ela me pegou de costas e acertou minha cabeça. O maldito mentiroso e minha tia vai mentir também para proteger aquele traste. _Ja coloquei a delegacia toda em alerta e vão prender a safada assim que passar pela porta. _E quanto a fazenda vamos fazer ela assinar os papel para tia tomar conta da fazenda até a idade que ela fazer 21 anos quando vai esta a venda no dia seguinte e talvez ela morra atrás das grades e minha mulher è sua única parente. Se eu aparecer eles vão querer me matar como diria meu pai . "O mundo está cheio de pessoas màs" _Não esqueça da minha parte Giuseppe e não tente me enganar está história sua tem vários furos. _Não precisa preocupar somos sócios . Eles se despediram e acho que minha tia e o canalha entraram no carro ouvi o barulho do carro afastando. Fiquei um tempo até ter certeza que a barra está limpa e saio do meu esconderijo que escondi , ando na direção contrária da delegacia. Esta tudo armado pra me prejudicar e preciso sair da cidade com uma certa urgência. Vera lu Silva Eu estou torcendo pra minha heroina Pietra e tomara que ela fuja de tudo.






