O sol entrava pelas janelas com violĂȘncia, como se a luz tivesse pressa de arrancar Melina da escuridĂŁo onde ela queria permanecer. Sentada na beira da cama de Kauan, enrolada no lençol e com os cabelos bagunçados caindo sobre o rosto, ela encarava o vazio com uma intensidade nova. Seus olhos estavam abertos, mas algo dentro deles havia fechado.
Kauan entrou com uma caneca de cafĂ©. Olhou para ela em silĂȘncio. Sabia que a noite passada significava muito mais do que sexo. Era uma ruptura. Um pont