Mundo de ficçãoIniciar sessãoClara nunca tinha sentido o corpo tão pesado.
Era como se o ar do apartamento de Rafael tivesse virado chumbo. A tela do notebook ainda estava aberta. Os arquivos ainda estavam ali. O nome “LÚCIA” ainda parecia pulsar como um coração sujo dentro do sistema. Rafael estava sentado na ponta do sofá, as mãos no rosto. A Mamba olhava a janela, inquieta. Ela tinha aquele tipo de instinto que não vinha de paranoia. Vinha






