LARA
Eu abro os olhos lentamente, o brilho forte das luzes do hospital me cegando por um momento. Minha cabeça lateja e meu corpo parece pesado, como se eu tivesse corrido uma maratona.
Marco está sentado ao meu lado, segurando minha mão. Ele parece cansado, mas aliviado.
— Marco... — Minha voz sai rouca, minha garganta seca.
— Estou aqui, Lara. — Ele aperta minha mão, um sorriso aliviado em seu rosto.
Eu tento me lembrar do que aconteceu, mas tudo é um borrão. A última coisa que me lembro é de