Álvaro observou, resignado, a figura apressada de Sarah se afastando e sorriu com um ar de melancolia.
A verdade era que apenas ele não conseguia se libertar daquela situação.
Levantando, sentia seu corpo inteiro como se estivesse congelado.
Pensou em ir embora, mas, inexplicavelmente, começou a seguir Sarah.
Era tarde e frio, as ruas estavam quase desertas e não era seguro para Sarah estar sozinha lá fora. Assim, ele manteve uma distância segura, a seguindo discretamente.
Sarah, por sua vez