Acordei como se estivesse dentro de um conto silencioso. O canto suave dos pássaros vinha dos jardins e atravessava as janelas do quarto ainda mergulhado na tranquilidade da manhã.
Por alguns minutos permaneci deitada, observando o teto. Andrew já não estava mais na cama.
Peguei seu travesseiro e o trouxe para perto do rosto. O perfume amadeirado ainda estava ali, impregnado no tecido, e fechei os olhos por um instante.
Mas as lembranças da noite anterior eram difíceis de ignorar.
As palavras d