Alguns minutos depois, ele voltou carregando uma pasta fina de couro sob o braço. Já não usava o terno, apenas uma roupa mais confortável e um par de óculos escuros que lhe davam um ar ainda mais elegante.
— Agora podemos ir. — aproximou-se e estendeu a mão para mim.
Olhei para ele com suspeita, mas aceitei sua mão. Com os dedos entrelaçados, seguimos pelos jardins. Quanto mais caminhávamos, mais eu percebia a verdadeira dimensão daquela mansão. Os jardins pareciam não ter fim.
Passamos por ros