Barbara mirou no rosto dele a cerveja que tinha no copo, encharcando a face e a camisa. A garota saiu dali, descendo a escada às pressas. Talvez tenha ficado com medo de apanhar.
— Que porra foi essa? — perguntou ele, irado.
— Você não passa de um merda! — berrou. — Você sabia que ele tinha me dopado e não me disse nada. Jogou a culpa em mim, disse que bebi demais para proteger aquele abusador do caralho!
Edgar endureceu a feição e chegou mais perto dela, agarrando-a pelo braço.
— Cala a boca —