Quando amanheceu, uma fresta de luz que passava entre os tapumes, despertou Matheus ao arder contra o seu rosto. Ele olhou ao redor e viu como aquele lugar era sujo. Havia uma ossada ali, presa a pedaços de roupa. Desviou o olhar daqui e respirou fundo o odor de podridão no ar, buscando se acalmar enquanto tentava não vomitar novamente.
As horas foram passando, o lugar foi ficando cada vez mais quente e sem ar, como dentro de uma estufa. O estômago roncou de fome e a boca colava de sede. Escuto