A corrente atada ao tornozelo da Barbara nem sequer permitia que ela fosse ao banheiro ou chegasse perto da janela. O café da manhã ainda estava servido na bandeja de prata sobre os pés da cama. Apesar da fome que sentia e de saber que precisava se alimentar, tinha medo de comer e a comida estar envenenada com algo que lhe causasse um aborto.
Dos olhos, não paravam de sair lágrimas. Ainda tentava entender que diabos estava havendo na sua vida. Do céu ao inferno em questão de meses. Perguntava-s