Acontece que Arthur Sartori era um idiota. Um idiota que claramente não ligava a mínima para o que as pessoas falavam pelas costas, porque fez questão de me colocar para trabalhar... diretamente com ele.
Então, além de supervisor do programa, ele também tinha virado o médico responsável por mim.
O que, na prática, significava que vínhamos passando quase todas as tardes juntos. Entre rondas, prontuários, pacientes, orientações e corredores longos demais, eu tinha passado a conviver com Arthur em