A barraca era ridícula de pequena. Daquelas de camping vagabundo que mal cabiam duas pessoas deitadas. A lona baixa obrigava a gente a se curvar, e o colchão inflável ocupava o chão inteiro — não sobrava espaço nem pra esticar as pernas direito. A lanterna pendurada no centro balançava com o vento que entrava pelas frestas, e o cheiro de terra molhada e mato se misturava com o calor dos nossos corpos já se acumulando dentro daquele cubículo de lona.
Arthur entrou na frente, teve que se abaixar