Eduardo estava no corredor do hospital quando saímos do consultório.
Não era coincidência, Arthur tinha avisado que estaríamos lá, e o pai dele tinha arranjado um jeito de aparecer sem transformar aquilo numa visita formal. Estava de jaleco, com um prontuário na mão, como alguém que passou por ali a caminho de outra coisa, o que era quase convincente.
— E então? — Ele perguntou, olhando de um para o outro. — Está tudo indo bem?
Arthur me olhou. Eu sorri.
— Perfeitamente bem! E... o senhor vai s