— Zara, o que você tá fazendo?
Arthur perguntou quando percebeu que eu o estava guiando por um caminho que não fazia muito sentido para uma madrugada normal. Na verdade... não fazia sentido para qualquer madrugada.
— Você vai ver. Deixa de ser ansioso — brinquei, puxando a mão dele.
A trilha para o lago estava iluminada apenas pela lua cheia e por um ou outro vagalume piscando entre as árvores. Nos primeiros minutos foi difícil enxergar, foi difícil os olhos se adaptarem a escuridão da noite na