Estou quase adormecendo nos braços de Alexander. Estamos na mesma posição há quase uma hora. Ele se ajeitou no sofá da sala, me aconchegando em seus braços, uma de suas mãos acariciando meus cabelos de forma suave e gostosa.
Minha cabeça já não dói mais como antes. Alguns minutos atrás, Rodolfo me trouxe um remédio, e Otávio pediu para não sairmos por enquanto. Ele quer ter certeza de que estaremos seguros lá fora.
– Como você se sente? – Olho para Alexander e posso ver a preocupação em seu olh