Observo o jardim coberto pela escuridão da varanda do meu quarto. A mansão da minha mãe permanece exatamente como ela a deixou, até os móveis do meu quarto são os mesmos, intocados pelo tempo, como se ela estivesse aqui cuidando de tudo. O silêncio ao meu redor é absoluto, e a noite parece mais densa do que o normal, com uma sombria promessa de tormento.
Quando cheguei em casa, mal consegui conter a dor que transbordava dentro de mim. Tive outra crise intensa de choro, dessas que te deixam sem