A neblina negra se aproximava novamente, mas desta vez, eu não sentia medo. Permaneci sentada, observando-a como se fosse minha única salvação. Desta vez, eu desejava ser arrastada por aquele jovem e sua escuridão profunda; queria que o sangue derramado fosse o meu.
Eu o vi sair do galpão da máfia, com as mesmas calças e o torso nu, e a faca ensanguentada em sua mão sujas de sangue. Ele sorriu ao me ver sentada no chão, observando-o. Acho que percebeu que desta vez eu não fugiria. O medo já não