Sinto como se meus ossos estivessem se partindo, cada golpe mais intenso que o anterior, mas não cedo à dor. O gosto de sangue que invade minha garganta me desperta, me faz querer continuar vivo, apenas para acabar com esse desgraçado. Mais um soco atinge minhas costelas, e meus dentes rangem, forçando-me a suportar a dor, a consumir a dor.
Fecho os olhos, permitindo que as memórias do treinamento com meu pai invadam minha mente. Lembro-me do primeiro conselho que ele me deu, sempre firme, semp