— Por que ele não ativou a droga do GPS ainda? — A voz de Rodolfo rompe o silêncio, carregada de tensão.
Fecho minha mão com força sobre a mesa, sentindo os nós dos dedos estalarem. A mesma pergunta martela na minha cabeça. O pânico está se espalhando rápido, um calor sufocante no peito que não consigo controlar. Encaro Rodolfo, mas não tenho respostas. Pela primeira vez, dou razão a ele: eu mandei nosso irmão para a sepultura.
Passo a mão pelo rosto, tentando reorganizar os pensamentos, mas