— O que você está tentando dizer? — As palavras dele saem arrastadas, mas antes que eu possa responder, o choro agudo de Íris rasga o silêncio do quarto. Num impulso, trocamos um olhar e corremos para o berço.
Meus dedos tremem levemente quando a pego nos braços, sentindo o calor frágil do seu corpo pressionado contra o meu. Íris se debate, soluçando de forma sentida, o rostinho contorcido em angústia.
— O que foi, amor? — murmuro, embalando-a contra o peito. O peso dela é familiar, reconfortan