- Para onde quer que seja sua viagem agora, vá lá e arrase, Rosela Smith! – sorri, limpando as últimas lágrimas, que não eram de tristeza e sim de saudade, que já me consumia – Ponha fogo no inferno! – Assoprei a vela que queimava próximo da placa luminosa, apagando-a, restando a escuridão, como ficaria parte das nossas vidas após a partida dela.
Percebi braços me envolverem e senti o cheiro de minha mãe. Alisei sua mão e murmurei:
- Ela vai fazer falta.
- Muita falta – ela concordou – Mas eu s