Mundo de ficçãoIniciar sessão— Onde ele estaria? — argumentei. — É uma criança... Com perninhas curtas. Ele não teria como sair da mansão sozinho. Tampouco esconder-se num lugar onde não o encontrássemos.
O interfone do portão da portaria tocou e a empregada atendeu.
— Senhores, a Polícia chegou.
— Porra, não gosto de envolver a Polícia nisto! — Davina reclamou, limpando as lágrimas.
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