Por Matheus (M.T)
O calor da tarde estava de rachar enquanto eu e Luizinho atravessávamos o beco, a favela fervendo como sempre. O cheiro de fumaça, fritura e suor parecia grudar na pele. Quando a gente chegou no barraco onde os caras estavam, o clima já tava pesado. O lugar era apertado, cheio de caixas empilhadas e um ventilador capenga girando devagar. Do lado de fora, soldados armados olhavam de um lado pro outro, atentos a qualquer movimentação.
Eu e Luizinho entramos, cumprimentando os h