Brax
Eu observo o dia todo. Como esperado, ninguém mais entra e nenhuma alma sai. A música continua tocando enquanto o sol se põe. Até por volta das dez da noite ainda há barulho, então o silêncio toma conta da área, como se todos tivessem caído mortos de repente com um estalar de dedos. Tudo o que se ouvia era a água corrente do rio caindo do penhasco.
Não havia onde me esconder aqui. Qualquer um podia me ver, eu era um alvo aberto, mas ninguém tinha tentado nada. Fiquei um pouco decepcionado.