Isabela prendeu a respiração.
Do outro lado da porta, Catarina bateu de novo — dois toques precisos, com aquela paciência de quem está acostumada a ser atendida.
— Maison? Você está aí?
O silêncio do lounge tinha uma qualidade diferente agora — comprimido, carregado, o tipo que existe apenas quando duas pessoas estão contendo a respiração ao mesmo tempo.
Isabela amaldiçoou Maison interiormente com uma variedade e criatividade que surpreendeu até a si mesma. Responder era impossível. Continuar a