Uma mulher de meia-idade, por volta dos cinquenta anos, apareceu no portão do quintal, cobrindo o rosto com uma das mãos. Mas seus dedos estavam bem abertos, intencionalmente ou não, de modo que sua visão ficou completamente exposta.
Ao ouvir a voz, Isabela empurrou Maison abruptamente, fingiu estar calma e caminhou até o portão, chamando:
— Tia Lili.
Sua fingida compostura foi inútil; suas bochechas coradas a traíram num instante. Tia Lili sorriu, admitindo com o olhar que seu comportamento fo