25. Que ironia, Não Acha?
O comentário dele me pega de surpresa por um segundo, trazendo de volta a lembrança do nosso último encontro. A mesma arrogância, a mesma confiança excessiva. Tento manter minha expressão neutra, mas sinto meu corpo tensionar com a provocação.
— Henry Blackwood… — resmungo, controlando a vontade de revirar os olhos. — Sempre tão simpático, não é?
— Simpático o suficiente para esquecer o pequeno incidente em Genebra e me sentar à mesa com você. — Ele dá um olhar significativo para a minha taç