Sem ter uma pessoa com quem conversar, acabei ligando para Augusto, que em pouco tempo estava comigo, esperando.
— Como ela está? — perguntou assim que chegou.
— Eu não sei. A levaram para a cirurgia, mas até agora não deram notícias.
— E o seu braço? O que aconteceu?
— Eu forneci um pouco de sangue para ajudar. Eu... eu estou com medo, Augusto.
— Acha que foi um caso isolado? —- O velho mudou de assunto para me tirar do meu medo interior.
— Eu não sei, mas quero que a responsável seja punida,