— Para quê? — Andrei voltou a perguntar com o olhar assustado para cima de mim.
— Preciso cauterizar o ferimento, se não infecciona e essa dor será em vão.
— Faça o que tem que fazer. — Falei em resposta a sua fisionomia preocupada. — Se eu desmaiar, deem um jeito de me acordar. Pedir me preparando para a dor que virá.
— Então o homem de aço sangra. — Iuri comentou fazendo graça. Sorrindo, respondi a ele:
— Eu nunca disse que não sangrava. A idade avança e o corpo não fica tão ágil quanto a