O carro preto desapareceu no final da rua, levando consigo o peso da presença de Augusto Alencastro.
Por alguns segundos, Maya continuou parada no jardim, observando o espaço vazio onde o veículo tinha estado.
O silêncio parecia mais profundo agora.
Orion ainda segurava a mão dela.
— Você está bem mesmo? — perguntou novamente.
Maya soltou o ar devagar.
— Estou… processando.
Ele assentiu.
— Isso foi intenso.
— Foi.
Ela olhou para o portão fechado.
Durante anos, a simples presença do avô teria si