A notícia não chegou com gritos.
Chegou como tudo que envolve a família Alencastro: limpa, bem articulada e impossível de ignorar.
Maya percebeu que algo estava errado ainda pela manhã, quando o celular vibrou com um número que ela não reconhecia — mas que o corpo reconheceu antes da mente. O arrepio subiu pelos braços no instante em que atendeu.
— Valentina — a voz do outro lado disse, sem hesitar. Sem erro. — Precisamos conversar.
Maya fechou os olhos.
— Esse nome não me pertence mais — respo