Os meus olhos estavam arregalados. – Não vai o que? Não vai o que, senhor Hardin?
A voz dele estava calma mais uma vez, mas ele já não olhava mais para mim. Não olhava para mim, e agora eu havia me tornado um fantasma, de pé em um banheiro sujo de café.
Eu sabia que ele havia jogado aquilo, mas não me acertaria. Não de propósito. Não quando sabia que teria machucado o bebê. Eu sabia que ele estava envergonhado.
Agarrei um pouco de papel e passei no chão, limpando tudo que consegui. Eu só que