Era ele...
Eu, sarcástico, me sentei em uma cadeira de um bar desconhecido qualquer e pedi uma dose de qualquer bebida forte o bastante para me fazer esquecer da maldita cena ruim que eu mesmo criei a segundos atrás. Eu estava olhando as pontas das minhas falanges sangrando, enquanto tentava conter aquela doe intensa no peito. Não dava. Eu simplesmente não conseguia evitar não sentir ciúmes dela. Eu nunca deveria ter me permitido chegar tão perto de uma mulher outra vez. Eu errei. Eu era o chefe, e criei