CAPÍTULO 64 — O PONTO FRACO
O plano não podia ser grande.
Nem barulhento.
Nem óbvio.
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Se Artur controlava tudo pelo silêncio, pela estrutura e pela ausência de exposição, então o único jeito de alcançá-lo era forçar um movimento onde ele não pudesse ignorar.
Um detalhe.
Um ponto específico.
Algo que exigisse resposta.
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— A gente não vai atrás dele.
Davi disse, olhando a tela.
— A gente vai atrás do que ele protege.
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Isadora cruzou os braços, mais concentrada do que cansada agora.
— E o