CAPÍTULO 197 — O SILÊNCIO DEPOIS
Quando a figura desapareceu…
o fundo ficou silencioso outra vez.
Mas não era o silêncio antigo.
Não era aquela quietude predatória que antecedia consumo.
Era outra coisa.
Como exaustão.
Como oceano tentando reorganizar a própria profundidade depois de quase se tornar humano demais.
A casa permaneceu parcialmente coberta pela escuridão líquida do fundo. As paredes respiravam lentamente, mas agora de forma estável. O corredor tinha voltado ao tamanho normal. A coz