E é assim que eu o deixo: um homem dividido entre o medo e o amor.
Quando ele me manda embora, o chão simplesmente desaparece sob os meus pés. O meu coração não está acelerado pelo desejo, mas pela dor que dilacera, uma dor que vem das palavras cruéis dele. Ele está ali, parado, com o olhar fechado, quase gélido, e eu vejo os ombros tensos, a respiração entrecortada, como se estivesse se contendo para não explodir em algo que pudesse destruir ainda mais o que restou.
A minha voz sai trêmula, mas faço questão de que ela soe firme, tentando disfarçar a ferida qu