Capítulo 31

• POV HENRIQUE

O silêncio de Sofia era pior do que qualquer resposta.

Eu liguei uma vez.

Depois outra.

Na terceira, deixei chamar até cair na caixa postal.

Nada.

O nome dela continuava ali na tela, imóvel, como se zombasse da minha incapacidade de controlar aquela situação. Eu estava acostumado a decisões difíceis. A contratos que envolviam milhões. A pressões políticas, familiares, sociais. Mas nada — absolutamen
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