O silêncio na sala era ensurdecedor. Luis Fernando ainda segurava Valentina pelos braços, os dedos cravados na pele dela como se tivesse medo de que ela desaparecesse novamente. Seus olhos verdes, antes frios como gelo, agora queimavam com uma mistura devastadora de fúria, dor e incredulidade.
— Isabella... — repetiu ele, como se saborear o nome da filha doesse. — Eu tenho uma filha chamada Isabella. E passei mais de dois anos sem saber que ela existia.
Valentina tentou se soltar, mas ele não p