Maksim
Eu mal conseguia pensar quando rasguei o vestido dela com os olhos. Antonella, no meu quarto, na minha mansão, no território que eu comandei com sangue e ferro…
Deus russo, ela era minha ruína perfeita.
Dez dias sem ver aquela mulher.
Dez dias em que eu pensei que ia enlouquecer.
Dez dias em que a saudade dela virou veneno correndo nas minhas veias.
E agora ela tava ali.
Linda. Provocante.
Louca pra mim — mesmo que tentasse esconder.
Ela veio até mim devagar, mordendo o lábio, brincando com o botão da minha calça como se não soubesse que isso me desmontava inteiro.
Antonella: Maksim…
Maksim: Não. Hoje é você que vai ser cuidada. Fica quietinha e deixa eu te mimar do meu jeito.
O sorriso dela… santo inferno. Aquilo incendiava qualquer homem.
Empurrei ela suavemente até a beira da cama. A forma como ela deitou, como arqueou o corpo, como olhou pra mim — tudo gritava que ela também estava sentindo falta.
Passei as mãos pelas coxas dela, subindo devagar, marcando o caminho, tomand