Ela ficou desconcertada, falou séria.
— Eu...fui estr.upa.da e desde então, não tive mais ninguém. Já faz tempo.
— Por mais que eu não ache, que você vai me machucar, eu não consigo, não ter medo.
Ele ficou parado, apreensivo, desviou o olhar.
— Eu entendo. Bom, faremos o que você quiser. Mesmo se isso significar, não fazer nada.
Ele encostou na porta com um sorriso exultante.
— Quer esticar a noite? Podemos pedir comida, beber e conversar, assistir. Qualquer coisa, que queira.
Ela sorriu sutil