O silêncio depois da última frase de Marco foi absoluto, ninguém se mexeu, ninguém falou. A presença dele dentro da mansão parecia errada, como se algo proibido tivesse atravessado a porta.
Alessandro foi o primeiro a reagir.
— Você não tinha o direito de entrar aqui.
Marco deu um sorriso curto.
— Direito?
Ele olhou ao redor, observando a sala como se ainda fosse parte dela.
— Eu ajudei a construir essa casa.
Carmem respondeu, firme:
— E ajudou a destruir também.
Marco olhou para ela por alguns