O silêncio no escritório de Lorenzo parecia pesado o suficiente para quebrar o vidro das janelas. A cidade pulsava do lado de fora, carros passando, pessoas caminhando, o barulho distante da vida cotidiana, mas dentro daquela sala havia apenas tensão.
Sobre a mesa, iluminado pela luz fria do abajur, estava o documento que havia iniciado tudo, o documento que incriminava Alessandro.
Lorenzo o observava como se fosse uma arma carregada.
Helena estava sentada à sua frente C os braços cruz