Alexander Muller Meu pai, Jack, sempre foi um homem de poucas palavras, mas de muitas ações. Naquele momento, parado na minha frente, seu olhar dizia mais do que qualquer discurso poderia expressar. Ele estava ali, de novo, tentando me alcançar, tentando me puxar de volta para a vida. Seus olhos estavam cheios de algo entre a decepção e a esperança, como se esperasse uma explicação que eu não sabia se poderia