- O que pensa que está fazendo, sua vagabunda! - Russo retira do bolso interno do terno um revólver e o aponta para Cassandra. Os demais convidados se abaixam em proteção.
Continuo escondido detrás da coluna, o que me favorece. Aponto para a arma na mão do maldito e atiro, a arma voa para longe e ele sacode a mão como se tivesse a queimado em algo. Apesar da minha enorme vontade de que a bala errasse a arma em sua mão e adentrasse seu crânio, Cassandra me mataria por não ter sua vingança comple